Ponte Viva

Para o COREN e outros conselhos de enfermagem

Como a Ponte Viva opera, com transparência, desde o primeiro contato

A mobilidade profissional internacional de enfermeiros é um tema sensível, e com razão: há histórico de agências que exploram a vulnerabilidade de quem quer uma vida melhor. Esta página existe para que o COREN e outros conselhos de enfermagem saibam exatamente como operamos, e para abrir um canal de diálogo direto.

Em resumo

A Ponte Viva prepara enfermeiros brasileiros para o reconhecimento do título e o exercício profissional regular na Itália, sem cobrar da enfermeira e sem prometer vaga fora de processo seletivo real. O órgão regulador da profissão continua sendo o COREN no Brasil e o Ordine delle Professioni Infermieristiche (OPI) na Itália. A Ponte Viva não substitui nenhum dos dois.

O que fazemos, e o que não fazemos

Sabemos que a desconfiança em relação a agências de recrutamento internacional é legítima. Por isso preferimos deixar claro, em preto no branco, os limites do que fazemos:

A Ponte Viva faz

  • Prepara em italiano clínico até o nível B2
  • Acompanha o reconhecimento do título junto ao Ministero della Salute
  • Conecta candidatas a agências de trabalho italianas habilitadas
  • Segue a LGPD e o GDPR no tratamento de dados

A Ponte Viva não faz

  • Não cobra da enfermeira para participar do processo
  • Não promete vaga sem processo seletivo real
  • Não intermedia contratação diretamente: isso é papel da agência de trabalho habilitada
  • Não substitui o papel de registro e fiscalização do COREN ou do OPI

Marco regulatórioUm percurso dentro das regras, dos dois lados

No Brasil, o exercício da enfermagem continua sob o registro e a fiscalização do COREN, e a Ponte Viva não substitui, nem pretende substituir, esse papel. Na Itália, quem regula o exercício profissional é o Ordine delle Professioni Infermieristiche (OPI), com inscrição obrigatória após o reconhecimento do título pelo Ministero della Salute.

A contratação de enfermeiros brasileiros segue o canal fuori quota previsto na legislação italiana: um procedimento próprio para profissões em falta estrutural, conduzido por agências de trabalho habilitadas, fora do sorteio anual de cotas de imigração.

Um conviteDiálogo aberto com conselhos profissionais

Se o COREN de São Paulo, o Conselho Federal de Enfermagem ou qualquer conselho regional quiser entender melhor como a Ponte Viva opera, verificar informações ou discutir formas de colaboração, como orientação a enfermeiras sobre mobilidade internacional segura, estamos abertos a essa conversa.

Não afirmamos aqui nenhuma parceria ou reconhecimento formal já existente com o COREN: este é um convite ao primeiro contato, não uma declaração de vínculo institucional.

Vamos conversar

Representa um conselho de enfermagem e quer conversar?

Escreva para nós. Respondemos com transparência a qualquer pergunta sobre como a Ponte Viva opera.

Falar com a Ponte Viva

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

A Ponte Viva cobra da enfermeira para participar?

Não. O serviço é remunerado pelas instituições e agências italianas que necessitam do profissional. A candidatura e todo o acompanhamento não têm custo para a enfermeira.

A Ponte Viva substitui o papel do COREN?

Não. O COREN segue sendo o órgão de registro e fiscalização da profissão no Brasil. Na Itália, quem regula o exercício profissional é o Ordine delle Professioni Infermieristiche (OPI), com inscrição obrigatória após o reconhecimento do título.

Como o processo evita risco de exploração ou fraude migratória?

A contratação segue o canal fuori quota previsto na lei italiana, conduzida por agências de trabalho habilitadas, com vagas reais e verificadas em estruturas de saúde, sem intermediação informal ou promessas de vaga sem processo seletivo.

Onde posso verificar as regras do reconhecimento do título?

Detalhamos o processo completo, com prazos e fontes oficiais, no guia Reconhecimento do título de enfermagem na Itália.